terça-feira, 24 de junho de 2014

Foi Vento...


Hoje, invade-me uma serenidade invulgar.
Uma vontade de ser abraçado.
Uma vontade de abraçar.
Sinto-me como o desalojado…
Contemplando a sua obra devastada pelo tornado.
Mas como sereno? Se o vento tudo levou!
Tudo?
Não!
Não levou a dignidade!
Não levou a certeza das nobres causas!
Não levou a pedra da fraternidade.
Não levou a vontade!
A vontade de recomeçar.
Porque vento nenhum apagará a verdade!


Jaime, 22 Junho 2014

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