segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Onde está a virtude? Para onde vamos?

Não Resisti a partilhar este video. Recebi por email, e tenho a certeza que quem me enviou não se importará que partilhe... Pois vem lamentávelmente a propósito, quando ouvimos falar no buraco financeiro do ministério da justiça, quando ouvimos falar de Freeports, de Derrapagens financeiras a torto e a direito, de estádios de Aveiro ou de Leiria... De intermináveis julgamentos "Casa Pia"... Revolta! Revolta mesmo! E ao que parece, fizémos escola para além do Atlântico...
Onde está a virtude?
Para onde vamos?

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Parabéns!!!

Não me esqueço, e quero que fique um registo virtualmente eterno, que hoje me lembrei e te dei os parabéns, com o mundo por testemunha!!!
Faz hoje doze anos que vivi uma das experiências mais gratificantes enquanto ser humano. E como qualquer mortal, gostaría que tudo o que é bom se prolongasse no tempo.
Na memória, ficará sempre.
No tempo ficará o que as conquistas e oportunidades permitirem. Mas só ficará o que é bom. Não poderia ser de outra forma.
Parabéns!
Sei que um dia lerás isto! ;-)

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

O calor do teu amor

Olhando o fogo, que crepita na lareira, sinto o aconchego do calor que irradia. E fico grato por este conforto. A chama engole o tronco suavemente, envolvendo com a sua luz amarela ténue todo o espaço, criando jogos de sombras que dançam, quais vultos fugindo do vermelho intenso e do calor do brasido. De vez em quando, um estalido quebra o suave crepitar, e um sopro de pequenas faúlhas sobe, sumindo-se no nada… tão rápido quanto apareceram… Amanhã tudo será cinza. Pó branco em que o calor transformará o tronco.
E:
O calor que me dá o teu amor, assim me parece.
Com carinho preenches cada dia,
cada carícia tua me aquece,
me ilumina com a luz que irradia…
Luz intensa esta,
Que faz de nós apenas sombras errantes,
amando, dançando em permanente festa…
Rodopiando no ar, como faúlhas incandescentes,
Sopradas pelo fôlego do amor que nos juntou.
E que assim seja, enquanto durar o presente…
Enquanto este tronco de amor arder,
Porque no futuro, que se quer distante,
Tudo será cinza… pó que o amor alimentou!

Jaime

domingo, 3 de janeiro de 2010

Vamos cantar as Janeiras...

A qualidade do filme é má... uma gravação muito rudimentar, mas é inversamente proporcional ao gozo que me deu ter este presente hoje á minha porta! Para os elementos do Grupo Folclórico de Famalicão das Cortes, o meu agradecimento, pela surpresa, e pelo facto de ainda haver pessoas que assim se dedicam, assumindo-se como transmissão de valores culturais que nos são intrínsecos, e únicos!

Um grande bem haja!

sábado, 2 de janeiro de 2010

Um ano de existência para este blogue!

Um ano de existência para este blogue!
O balanço? É claro que é altura de o fazer! Sempre se fazem balanços, quando vira o ano, quando se comemoram aniversários, ou efemérides. Muitas vezes, para nada, pois tudo fica na mesma, mas fazem-se!
Claro que manter um blogue, com seriedade, e procurando aproximar vontades através da reflexão, não é tarefa fácil. Por outro lado, escrever como gosto de fazer, implica uma exposição para a qual julgava não estar preparado. Por isso, fui adiando sucessivamente esta ideia. Não queria criar um blogue que depois não pudesse manter.
Diria que o objectivo de criar um espaço reflectivo foi conseguido. Com algumas homenagens pelo meio, algumas causas pelas quais me bato, algum comentário político, e sobretudo, muita emoção e partilha, distribuídos pelos 49 post colocados neste primeiro ano.
Francamente, acho que o balanço é positivo: Sobretudo para mim. Passar para a escrita muito do que corre no mais íntimo do meu ser, expô-lo desta forma constitui quase uma terapia para a mente. Mas este balanço é obviamente viciado, pois estou a ser juiz eu causa própria! Tal como há dias escrevi numa resposta a um comentário, um blogue sem leitores é como um livro sem as páginas separadas, como antigamente era necessário fazer, pelo que o verdadeiro balanço, espero encontrá-lo nos comentários que desde já desafio os meus leitores a deixar, neste post de primeiro aniversário.
Mas vou avisando: é minha intenção continuar. Desconheço o autor da célebre frase que diz: “Há três coisas que toda a pessoa deveria fazer durante a sua vida: plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro.” Há quem a atribua ao poeta cubano José Marti, outros á sabedoria popular. Pela parte que me toca, é irrelevante o autor, mas estou a tratar do assunto:
Árvores, já plantei várias, a primeira das quais um limoeiro, no dia em que fiz 18 anos. Muitas mais há para plantar ainda, e para adubar, tratar e colher seus frutos.
Também acredito que um dia este blogue dará alguns frutos...
Filhos, sou pai de dois, e por aqui me vou ficar. Ao contrário das árvores, não tenciono ter mais nenhum. Seria para mim motivo de alegria suficiente poder ser o pai que não me de deixam ser, incutir nos meus filhos valores de lealdade, honestidade, solidariedade, liberdade, igualdade e fraternidade. Ensinar-lhes que há outros modos de vida que não seja o exemplo que agora têm, de olhar o pai como uma fonte de rendimento… Que muito para além da aparência, da opulência, existe o amor! Que toda a moeda tem duas faces, não existem apenas o preto e o branco, existe também o cinzento... e todas as outras cores que cada manhã oferece!
Livro, se considerarmos que no tempo do autor desta máxima, não havia computadores nem internet… será legítimo olhar o meu blogue como um inicio? Não! É melhor não, pelo respeito que me merecem os verdadeiros escritores… Terei apenas o arrojo de me convencer que de uma ou de outra forma, partilhando, toquei a consciência de alguém… tal como também fui tocado, por comentários ou posts em blogues que sigo ou visito regularmente. Livro? Vou pensar neste assunto! Sem veleidades, á razão da minha modéstia... mas vou pensar...