Caros senhores que põem avisos destes nas casas de banho dos homens:
Venho por este meio, muito encarecidamente pedir que da próxima vez, sim porque de certeza que vai haver “mais uma vez”, sejam mais explícitos com aquilo que pretendem. É que uma pessoa fica baralhada: ao chegar diante desta peça de mobiliário sanitário, normalmente já a mão está ocupada e de repente lê isto!!!
Afinal o que é que é para não usar? E se usar, a consequência, assim em jeito de castigo “a cena não vai para baixo”? E daí? Até pode dar jeito que assim seja, não é?!? E além disso, se chega ao conhecimento das utilizadoras da casa de banho das mulheres, que ao lado está “a cena que não vai para baixo”… Estão bem a ver o risco que os utilizadores estão a correr?!?
Portanto, meus caros senhores: Toca da chamar as cenas pelo nome, vamos evitar confusões, e por favor tenham a noção bem clara que usar ou não, depende da vontade e da habilidade de cada um, assim a “cena não vá para baixo”… E além do mais, que é que vocês têm a ver com isso?
Atenciosamente, um utilizador assíduo da cena.
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segunda-feira, 7 de março de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
O problema do Cartão Único (CU)
Para tratar do CU, quando este apareceu, eram filas e filas de solícitos cidadãos, que rapidamente queriam aderir a esta modernidade de mostrar o CU em todas as circunstâncias em que se mostrava o obsoleto BI. Mostrar o CU era o que estava a dar!
Afinal…Quem tem CU e quis votar, bem que tinha razão para ter medo. Ter CU não significa ter um cartão único pois o cartão de eleitor, afinal, parece ser insubstituível. Felizmente, que nem todos os CU’s deram problemas. Alguns cidadãos mais prevenidos, informaram-se atempadamente do seu número de eleitor, e não tiveram dificuldades em encontrar a sua mesa de voto, onde mediante a apresentação do CU, votaram sem problemas. Não considero que tenha havido uma cabala à custa do CU para adulterar o resultado das eleições. Até porque se todos os que têm CU tivessem votado, certamente os votos seriam repartidos pelos candidatos, mas se o resultado tivesse sido tangencial, estou certo que teríamos uma bronca armada.
Portanto, caros amigos que ainda não trataram do CU. Quando o fizerem, tomem as devidas precauções, utilizem algo que preserve os vossos números de eleitor, para que mais tarde não venham a ter o desgosto de ver o vosso direito de voto recusado. Mas também…terão direito a um pedido de desculpas ministerial… e fica tudo “na boa”!
Foi por tudo isto que acabaram com o CU e introduziram o Cartão de Cidadão (CC). Quem mostrava o CU por tudo e por nada passa agora a mostrar o CC. E assim se resolvem dois problemas: O Cartão já não é único, e pode dar broncas com a falta do número de eleitor, estando portanto desresponsabilizados os responsáveis. Grande pinta! Mas confesso… CC não dá tanto jeito.
Afinal…Quem tem CU e quis votar, bem que tinha razão para ter medo. Ter CU não significa ter um cartão único pois o cartão de eleitor, afinal, parece ser insubstituível. Felizmente, que nem todos os CU’s deram problemas. Alguns cidadãos mais prevenidos, informaram-se atempadamente do seu número de eleitor, e não tiveram dificuldades em encontrar a sua mesa de voto, onde mediante a apresentação do CU, votaram sem problemas. Não considero que tenha havido uma cabala à custa do CU para adulterar o resultado das eleições. Até porque se todos os que têm CU tivessem votado, certamente os votos seriam repartidos pelos candidatos, mas se o resultado tivesse sido tangencial, estou certo que teríamos uma bronca armada.
Portanto, caros amigos que ainda não trataram do CU. Quando o fizerem, tomem as devidas precauções, utilizem algo que preserve os vossos números de eleitor, para que mais tarde não venham a ter o desgosto de ver o vosso direito de voto recusado. Mas também…terão direito a um pedido de desculpas ministerial… e fica tudo “na boa”!
Foi por tudo isto que acabaram com o CU e introduziram o Cartão de Cidadão (CC). Quem mostrava o CU por tudo e por nada passa agora a mostrar o CC. E assim se resolvem dois problemas: O Cartão já não é único, e pode dar broncas com a falta do número de eleitor, estando portanto desresponsabilizados os responsáveis. Grande pinta! Mas confesso… CC não dá tanto jeito.
sábado, 25 de dezembro de 2010
O primeiro caso descrito de Alienação Parental
Imagem tirada da net
O Menino Jesus! Vejamos:Ainda a criança não tinha nascido, e já um dos progenitores, a mãe, neste caso, dizia a meio mundo que a criança não era filha do Pai. Longe da ribalta dos tribunais de hoje, que com os seus sofisticados meios delegam em psicólogos os inquéritos de personalidade e avaliação da capacidade de exercício de poder paternal, testes DNA, etc., a mãe da criança lá foi conseguindo os seus propósitos.
E o pai, neste caso o progenitor alienado, lá ia tentando fazer ver que há coisas que não acontecem por obra e graça do Espírito Santo, mas em vão! Lá acabou por nascer a criança num lugar sem o mínimo de condições, e que certamente a ASAE hoje encerraria num abrir e fechar de olhos.
O pai tentou educar a criança ensinando-lhe a sua profissão, carpinteiro, mas mais uma vez em vão. O miúdo, sobre a forte influência da mãe, achava que era Rei, e frequentemente fugia de casa para se meter em politiquices e discussão com os doutores da igreja e, para desgosto do pai, andava sempre a chamar pai a outro.
Cresceu irreverente, sempre metido em confusões: pancadaria com vendedores, fugas para o deserto, ressuscitava mortos, curava leprosos e paralíticos, andava por cima das águas, tinha um discurso fluente e eloquente, precursor dos discursos políticos actuais, pois prometeu coisas que 2000 anos depois ainda estão por cumprir… Da sua vida afectiva e amorosa, pouco se sabe. Há umas especulações aqui e ali sobre um possível envolvimento com uma tal Madalena… mas afirmam hoje os estudiosos destes assuntos que apenas se tratou de uma manobra de marketing antecipado, para que hoje a editora do livro “O sangue de Cristo e o Santo Graal” vendessem mais uns quantos exemplares. O Dan Brown também não se queixa…
Mas voltando à época: é claro que com esta vida atribulada e numa altura em que não se falava de direitos humanos, o nosso jovem tinha o destino traçado. Muita gente não gostava dele… e aquelas mensagens de “paz e amor” …”Pão, peixe e vinho para todos”, caíam mal aos olhos de alguns políticos poderosos e abastados da época. Se fosse hoje, teria o seu lugar assegurado na oposição em qualquer parlamento, de países com governos de direita, e mesmo alguns socialistas. (estou-me a lembrar de um à beira mar plantado…) Mas na altura as coisas não funcionavam assim, e trataram de o executar de forma bárbara, e tão mediática que ainda hoje continua a ser notícia. Quanto à eficácia desta execução… já deixa um pouco a desejar… Se fosse hoje, com um advogado mediano e um psiquiatra colaborante, seria considerado inimputável. Ou então arrastava-se o caso e prescreveria… Outros tempos, lá desapareceu aos 33 anos. Tão novo ainda…
Mas que deixou marca, lá isso deixou. Continua a inspirar ódios e paixões, e passados tantos anos, continuamos a celebrar, com um feriado, o seu nascimento e a sua morte… Em seu nome se fazem os mais nobres actos de solidariedade, e se enaltece o valor da vida e do respeito pelo ser humano. Em seu nome se fazem guerras, e se cometem os mais hediondos crimes contra a humanidade… Vamos lá entender isto!
Do pai, progenitor alienado, pouco ou nada se soube mais. Nem se pagou a pensão alimentar, e por quanto tempo. Sim, porque é para isso que os pais alienados servem!
Da mãe, sabe-se que continua a fazer das suas… passados estes anos continua a reclamar a sua virgindade, a aparecer e manipular meninos pequeninos e fragilizados, fazer revelações e obrigar a guardar segredos, a fomentar intrigas… típico do progenitor alienador.
E dos tribunais? E da justiça? Nada!... Pois é… já desde aquela época. Nada de novo!
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
A Vuvuzela e a crise
Foto tirada da net
Crise? Qual crise? Enquanto houver gente que dá dinheiro por esta perfeita inutilidade, não me falem em crise! A unica coisa boa que esta geringonça tem é que irrita o Miguel Sousa Tavares... E tudo o que irrite este senhor jornalista, escritor apresentador de TV, comentador desportivo e, sobretudo, idiota... dá-me um certo gozo...
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Plano Estrutural e Integrado de Desenvolvimento de Oportunistas
Foto tirada da net
Conceito:Plano Estrutural e Integrado de Desenvolvimento de Oportunistas (PEIDO)
Não é novo este conceito. Aliás os nossos governantes, passados e presentes, recorrem ao PEIDO com alguma frequência.
Tomemos o exemplo de Paulo Portas. O Apregoador da extinção do rendimento mínimo, a quem nem uma palavra se ouve sobre o lucro da banca, implementou um grande PEIDO com o negócio dos submarinos. Um negócio que só não se desenvolveu underground, porque é underwater que a coisa se passa, mas cujos contornos já levaram a algumas detenções na Alemanha. Claro que por cá, os agentes estão a coberto do PEIDO de Paulo Portas, e como tal não se passa nada… Apenas se adia o pagamento!
Rui Pedro Soares é outro exemplo de sucesso do PEIDO.
É ver as quantias astronómicas que estão em causa e perceber que foi um PEIDO bem feito, bem desenhado, mesmo à medida da vasta experiência do jovem administrador... cuja família política não consigo vislumbrar nem decompondo o seu apelido…
Não vou enumerar mais exemplos, mas tenho que referir um caso menos feliz… O do sucateiro, um tal Godinho. O PEIDO, neste caso foi um descalabro. O homem, que se limitava a comprar sucata e fornecer automóveis topo de gama, não soube gerir o PEIDO, e literalmente “borrou a escrita”. Deste caso, conhecem mais alguém que esteja preso? Eu não… donde se infere que quando o PEIDO corre mal, não corre mal para todos. Depende de que lado sopra o vento!
É por estas e por outras que nem vale a pena enunciar, que a cotação dos políticos está pelas ruas da amargura. Uma função que deveria ser nobre, considerada e respeitada, aos olhos do comum cidadão, não vale um PEIDO.
Reinventem-se políticas. Comecemos pelos políticos. Deixarei uma proposta brevemente, entretanto aceitamos sugestões!
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segunda-feira, 3 de maio de 2010
SLB Mansinhos mais uma semana...

Ficam mansinhos mais uma semana. Guardaram os cachecois, e foram para casa... As Praças "reserbadas" por esse País fora, e ainda não foi desta... Sofrer até ao fim!
Uma coisa é certa: No Domingo ninguém os atura; ou porque estarão com um grande "melão", ou porque andarão eufóricos com a conquista de mais um sofrido título.
"Bamos a ber"!
sábado, 27 de fevereiro de 2010
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