E mais logo, quando tudo estiver terminado, quando tudo tiver recomeçado e este país mais uma vez adiado, lembra-te Sócrates: Foste um marco, serás sempre recordado como o Primeiro-ministro que mais mentiu aos portugueses, que mais traiu Portugal! Fizeste história, pá!
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quarta-feira, 23 de março de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Regressão hipnótica de José Sócrates
José Sócrates, a dada altura do seu percurso político, teve dúvidas existenciais. Sendo de um partido de esquerda, cedo revelou tendências para implementar política de direita, com um egocentrismo encapotado de chauvinismo e um piquinho de repressivo.
Aconselhado a fazer uma “regressão”, técnica de hipnose utilizada para explorar o passado e poder compreender o presente, José Sócrates lá foi numa alucinante viagem até ao ventre materno.
Nada de novo.
Sentiu então a necessidade de retroceder mais ainda, e continuou a sua atribulada viagem até ao escroto paterno. Neste prolongamento da sua viagem regressiva, José Sócrates encontrou o seu primeiro grande problema, aquele que se viria a revelar fatal para o seu desempenho político, fatal para o país e para todos nós: chegado ao escroto paterno, para onde virar? Para o testículo esquerdo, ou para o testículo direito? Pode ser um pormenor sem importância alguma, mas o dia da chegada, o dia da decisão, era um Domingo, daí que o rápido raciocínio de engenheiro precoce se fez de imediato notar: “Vou escolher o da direita! Está mais elevado, tem um ar mais consistente, está mais agarrado!”
Não vou continuar com os raciocínios de José Sócrates na hora da decisão, aliás os terapeutas que supervisionaram esta regressão tentaram suspendê-la de imediato, procurando minorar os danos que pudesse causar ao país… mas infelizmente já tarde de mais. A regressão transformou-se em recessão!
Está explicado porque José Sócrates está tão agarrado ao poder, porque teima em chamar socialistas às políticas de direita e de clientelismo obsceno que implementa e apadrinha e porque apresenta um autoritarismo arrogante.
No transe em que vive, julga-se ainda instalado num testículo, o da direita, evidenciando complexos de superioridade, e achando-se no direito de subjugar tudo e todos, confiante que será ele que um dia vencerá todos os adversários e fecundará o óvulo.
Enquanto não o despertarmos para a realidade, José Sócrates manterá comportamentos espermatozoidicos, vai fecundando este país, vai fecundando os portugueses. Impávido e sereno!
E nós, cá vamos indo, frustridos* com a vida, frustridos* com a nossa classe politica, mas também impávidos e serenos… alimentando os abutres!
É por isso que estou incondicionalmente com a juventude, com aqueles que têm de dar inicio a uma luta, tal como outros fizeram no passado. Estou incondicionalmente com aqueles que vêm sistemáticamente o seu futuro adiado.
Chega! Portugal já não pode esperar!
Em 68 houve um "Maio"... em 74 um "Abril" quem sabe se em 2011 teremos um "Março"!
Que venham flores novas, que os cravos estão a murchar!!!
* Frustridos é uma palavra que acabo de inventar e vou enviar para ser acrescentada no léxico português ao abrigo do novo “arranjo” ortográfico: Mistura de frustrados com PERDIDOS!!! Pensava o quê?!?
Aconselhado a fazer uma “regressão”, técnica de hipnose utilizada para explorar o passado e poder compreender o presente, José Sócrates lá foi numa alucinante viagem até ao ventre materno.
Nada de novo.
Sentiu então a necessidade de retroceder mais ainda, e continuou a sua atribulada viagem até ao escroto paterno. Neste prolongamento da sua viagem regressiva, José Sócrates encontrou o seu primeiro grande problema, aquele que se viria a revelar fatal para o seu desempenho político, fatal para o país e para todos nós: chegado ao escroto paterno, para onde virar? Para o testículo esquerdo, ou para o testículo direito? Pode ser um pormenor sem importância alguma, mas o dia da chegada, o dia da decisão, era um Domingo, daí que o rápido raciocínio de engenheiro precoce se fez de imediato notar: “Vou escolher o da direita! Está mais elevado, tem um ar mais consistente, está mais agarrado!”
Não vou continuar com os raciocínios de José Sócrates na hora da decisão, aliás os terapeutas que supervisionaram esta regressão tentaram suspendê-la de imediato, procurando minorar os danos que pudesse causar ao país… mas infelizmente já tarde de mais. A regressão transformou-se em recessão!
Está explicado porque José Sócrates está tão agarrado ao poder, porque teima em chamar socialistas às políticas de direita e de clientelismo obsceno que implementa e apadrinha e porque apresenta um autoritarismo arrogante.
No transe em que vive, julga-se ainda instalado num testículo, o da direita, evidenciando complexos de superioridade, e achando-se no direito de subjugar tudo e todos, confiante que será ele que um dia vencerá todos os adversários e fecundará o óvulo.
Enquanto não o despertarmos para a realidade, José Sócrates manterá comportamentos espermatozoidicos, vai fecundando este país, vai fecundando os portugueses. Impávido e sereno!
E nós, cá vamos indo, frustridos* com a vida, frustridos* com a nossa classe politica, mas também impávidos e serenos… alimentando os abutres!
É por isso que estou incondicionalmente com a juventude, com aqueles que têm de dar inicio a uma luta, tal como outros fizeram no passado. Estou incondicionalmente com aqueles que vêm sistemáticamente o seu futuro adiado.
Chega! Portugal já não pode esperar!
Em 68 houve um "Maio"... em 74 um "Abril" quem sabe se em 2011 teremos um "Março"!
Que venham flores novas, que os cravos estão a murchar!!!
* Frustridos é uma palavra que acabo de inventar e vou enviar para ser acrescentada no léxico português ao abrigo do novo “arranjo” ortográfico: Mistura de frustrados com PERDIDOS!!! Pensava o quê?!?
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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Que venha 2011
Iniciei há pouco a habitual reflexão de final de ano.
Já a acabei.
Cheguei à conclusão que 2010 é mesmo para esquecer! Claro que teve coisas boas… outras repetidas, como a vã esperança de alguns reencontros, e outras más.
Para 2011, desejo-me entre outras coisas: Trabalho, saúde, proximidade de todos quantos ao longo dos anos me têm dado provas de amizade genuína, de fraternidade. E para todos estes: o mesmo! Que venha 2011.
Já a acabei.
Cheguei à conclusão que 2010 é mesmo para esquecer! Claro que teve coisas boas… outras repetidas, como a vã esperança de alguns reencontros, e outras más.
Para 2011, desejo-me entre outras coisas: Trabalho, saúde, proximidade de todos quantos ao longo dos anos me têm dado provas de amizade genuína, de fraternidade. E para todos estes: o mesmo! Que venha 2011.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Açores: O paraíso
Foto: Jaime Martins
Em Julho de 2008, Cavaco Silva fez uma comunicação ao País, como presidente da República, interrompendo as suas férias e levantando grande expectativa. O tema era: Açores. Na altura, ninguém percebeu muito bem o que se passava. Só a grande capacidade visionária de Cavaco Silva antevia já que nos Açores, o pessoal se está literalmente lixando para o Continente. Nós por cá vamos ter redução de salários? Eles por lá não! Nós por cá pagamos IVA de 21% e vamos pagar de 23%? Eles por lá não. Nada tenho contra os Açores nem contra os Açorianos. Bem pelo contrário! Tenho sim é contra as medidas de austeridade que este governo de Socialistas de Gaveta se vê forçado a tomar, fruto de incompetências sucessivas de governantes arrogantes.
Penso que numa altura crítica como esta, não deve haver situações de excepção. Sobretudo porque se trata de uma medida eleitoralista, e à custa do nosso sacrifício no Continente, está-se a criar outro monstrozinho igual ao da Madeira… Esse é o verdadeiro problema, juntamente com a fissura criada na coesão Nacional. O problema não está na excepção. Está na regra.
Estamos todos no mesmo barco, mas quem o governa sabe bem que dividindo, se reina melhor. E nós cá vamos indo… preocupados pelo facto do Benfica ter conquistado o lugar na liga Europa à custa de um golo de ultimo minuto do Lyon. Futebol, Fado e Fátima!
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domingo, 28 de fevereiro de 2010
Os professores e o futuro
Imagem tirada da netO futuro de um povo, de uma cultura, fica seriamente hipotecado, se não for salvaguardada uma educação eficaz.
É com base nesta minha percepção, que vejo o futuro com preocupação. A educação dos nossos jovens não está a ser salvaguardada! Os jovens hoje são meros números para que os nossos governantes, em verdadeiras masturbações verborreicas, façam crer em Bruxelas que os nossos êxitos educativos se somam dia após dia! Nada mais errado, nada mais falso! Basta apenas estar atento ao que se passa nas escolas, à formação, e educação que é dada hoje aos nossos jovens!Basta estar atento aos nossos adolescentes.
E serão responsáveis os professores? Também acho que não. Excluindo as excepções que confirmam a regra, os professores trabalham com dedicação e afinco. O problema é que têm vindo a ser transformados em burocratas, fazedores de tabelas, grelhas e mais modelos, com combinações de números e quantificações grosseiras, fazendo de alunos burros “crianças com deficit de aprendizagem”, de alunos grosseiros e mal criados “crianças hiperactivas”. Tudo isto e muito mais burocracia em detrimento daquilo que realmente deveriam fazer: ensinar, difundir cultura, propagar igualdade de oportunidades a todos quantos realmente queiram agarrar essa oportunidade!
Todos nós em determinada fase no nosso percurso escolar fomos marcados por um ou outro professor. É deste papel que os professores não se devem demitir, ou melhor não permitir que os demitam. Os professores não são sonâmbulos, nem dormem demais, pelo que conheço dos que com paixão exercem a sua profissão, passam noites sem dormir afogados nas burocracias, e problemas que não conseguem resolver.
Termino comparando o professor a um artesão que molda o barro. Das suas mãos hábeis, nascem as peças que terão cada uma a sua utilidade, moldado o barro na hora própria, e com o grau de humidade adequado. Ponham o artesão a preencher papelada, a ter que comprar a matéria-prima, facturar, atender o telefone e enviar uns mails… que o barro coze antes de ser moldado… e será tarde demais… Nem as estatísticas de Bruxelas nos salvam.
Ou será que tudo isto faz parte de algum plano para moldar consciências?!? Algum plano para formar uma nova "elite"?!? Com tantos planos que por aí andam... não se sabe, como aliás, muita coisa nunca se saberá!
Não sou professor. Tenho bem presente todos os que me marcaram.
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domingo, 7 de fevereiro de 2010
Zeca Afonso, tristemente actual!
Qual deste dois será problema maior neste País?
O rendimento mínimo garantido, a quem pela idade, por um qualquer infortúnio da vida, ou por manifesta incapacidade, não consegue encontrar emprego, ou as reformas acumuladas, algumas escandalosamente chorudas, que auferem alguns, muitos, privilegiados…
Zeca Afonso estará imortalizado, enquanto a injustiça predominar, a impunidade prevalecer.
Vele a pena ouvir, e pensar que passados estes anos a nossa democracia devia pagar um tributo, por “serviços prestados” ao Zeca… Mas não! Continuamos, formiguinhas no carreiro… a ver passar as modas, e á espera… espera que se eterniza de um novo amanhecer!
Ouçamos Zeca Afonso.
Imaginemos que quem canta é um qualquer Juiz num qualquer tribunal, a quem é ordenada a destruição de materiais…
Imaginemos que quem canta é um qualquer professor, que numa qualquer escola luta pela dignidade e eficácia do ensino, por uma escola democrática…
Imaginemos que quem canta é um qualquer jornalista, que pela sua pena denuncia algo que não devia…
Imaginemos que quem canta é um qualquer doente, em lista de espera para uma cirurgia…
Imaginemos que quem canta, és tu, o teu vizinho, alguém que conheces, ou os nossos filhos…
Que cante o futuro, que o poema seja outro.
Se queremos um novo amanhecer, não basta esperá-lo.
É necessário conquistá-lo!
É necessário construí-lo!
Que cante o Zeca. E que venha o dia em que o ouçamos com saudade, e não pela sua teimosa actualidade!
O rendimento mínimo garantido, a quem pela idade, por um qualquer infortúnio da vida, ou por manifesta incapacidade, não consegue encontrar emprego, ou as reformas acumuladas, algumas escandalosamente chorudas, que auferem alguns, muitos, privilegiados…
Zeca Afonso estará imortalizado, enquanto a injustiça predominar, a impunidade prevalecer.
Vele a pena ouvir, e pensar que passados estes anos a nossa democracia devia pagar um tributo, por “serviços prestados” ao Zeca… Mas não! Continuamos, formiguinhas no carreiro… a ver passar as modas, e á espera… espera que se eterniza de um novo amanhecer!
Ouçamos Zeca Afonso.
Imaginemos que quem canta é um qualquer Juiz num qualquer tribunal, a quem é ordenada a destruição de materiais…
Imaginemos que quem canta é um qualquer professor, que numa qualquer escola luta pela dignidade e eficácia do ensino, por uma escola democrática…
Imaginemos que quem canta é um qualquer jornalista, que pela sua pena denuncia algo que não devia…
Imaginemos que quem canta é um qualquer doente, em lista de espera para uma cirurgia…
Imaginemos que quem canta, és tu, o teu vizinho, alguém que conheces, ou os nossos filhos…
Que cante o futuro, que o poema seja outro.
Se queremos um novo amanhecer, não basta esperá-lo.
É necessário conquistá-lo!
É necessário construí-lo!
Que cante o Zeca. E que venha o dia em que o ouçamos com saudade, e não pela sua teimosa actualidade!
domingo, 17 de janeiro de 2010
Bandeiras na consciência
Há alguns anos atrás um brasileiro simpático criou um movimento sem precedentes em Portugal. Quem não se lembra das bandeiras, orgulhosamente colocadas nas, janelas, nas varandas, nos automóveis, nas lojas, nos restaurantes, etc. etc. Uma onda contagiante de apoio à selecção Nacional de Futebol, gerou um “orgulho de ser Português”, bem patente nos gritos e manifestações de euforia por cada golo que a selecção marcou, bem patente também na garra posta ao entoar o hino nacional antes de cada partida. Ficou bem claro que a mobilização é possível, e que enquanto povo, ao acreditarmos numa causa, somos bem capazes de conseguir unir esforços para levar avante essa causa.
Puxo este assunto, pois acredito que está na hora de colocarmos de novo as bandeiras nas nossas janelas, não para apoiar um grupo de meninos-prodígio, que são pagos a peso de ouro para correr atrás de uma bola, mas porque a situação deste país a isso convida.
E vou mais longe. As bandeiras que temos que colocar, não são na janela, mas sim na consciência. Na dedicação àquilo que fazemos, no trabalho que desenvolvemos, na critica que colocamos. Sei que por vezes sou mal interpretado pelas opiniões corrosivas que emito sobre alguns dos nossos governantes, mas que hei-de eu fazer?!? Põem-se a jeito!
Tomemos o exemplo das obras públicas: Estamos numa situação de difícil controlo do deficit. Há que reduzir despesas públicas. Até aqui tudo certo. Por outro lado, há que criar empregos, e decide-se então a adjudicação de várias obras públicas. Em estabelecimentos de ensino, hospitais, estradas por esse país fora. Tudo certo também, mas surgem as primeiras questões: será que todas estas obras foram devidamente pensadas e planeadas para serem rentáveis a curto ou médio prazo? A sua necessidade é real em todos os casos? E as derrapagens financeiras que seguramente começarão a surgir, quem as controla? Quem as paga? Todos sabemos que há concursos que são ganhos com a apresentação de orçamentos baixos, e depois de as obras começadas, surgem as referidas derrapagens, com aumentos substanciais dos custos. Das duas uma: ou foi mal adjudicada, ou foi adjudicada com alguma intenção pouco clara. Os compromissos financeiros apresentados para a adjudicação da obra, de nada valem. Sabe-se á partida que o custo será superior, mas o que importa é ganhar o concurso… depois alguém há-de pagar!
Na passagem de ano, sempre brindo a que no novo ano pague mais impostos do que no ano anterior. Isto representa o cumprimento do meu dever enquanto cidadão e contribuinte, mas também mais prosperidade, pois se pago mais impostos, é porque tive mais rendimento. Este ano, pela primeira vez desde que comecei a minha carreira contributiva, não fiz este brinde. Estou cansado de ver o meu contributo a ser esbanjado, às mãos de incompetentes impunes, ou de interesses pouco claros, igualmente impunes.
Por mim, diria basta! Mas não é ignorar estas questões que trará alguma melhoria. Por isso o meu apelo, de voltarmos a colocar as bandeiras, mas desta vez na consciência, procurando o superior interesse da nação, tornarmo-nos exigentes, diria mesmo implacáveis com os responsáveis pela causa pública. Abracemos pois a causa da seriedade, da transparência processual. A bem de todos. A bem de Portugal.
Puxo este assunto, pois acredito que está na hora de colocarmos de novo as bandeiras nas nossas janelas, não para apoiar um grupo de meninos-prodígio, que são pagos a peso de ouro para correr atrás de uma bola, mas porque a situação deste país a isso convida.
E vou mais longe. As bandeiras que temos que colocar, não são na janela, mas sim na consciência. Na dedicação àquilo que fazemos, no trabalho que desenvolvemos, na critica que colocamos. Sei que por vezes sou mal interpretado pelas opiniões corrosivas que emito sobre alguns dos nossos governantes, mas que hei-de eu fazer?!? Põem-se a jeito!
Tomemos o exemplo das obras públicas: Estamos numa situação de difícil controlo do deficit. Há que reduzir despesas públicas. Até aqui tudo certo. Por outro lado, há que criar empregos, e decide-se então a adjudicação de várias obras públicas. Em estabelecimentos de ensino, hospitais, estradas por esse país fora. Tudo certo também, mas surgem as primeiras questões: será que todas estas obras foram devidamente pensadas e planeadas para serem rentáveis a curto ou médio prazo? A sua necessidade é real em todos os casos? E as derrapagens financeiras que seguramente começarão a surgir, quem as controla? Quem as paga? Todos sabemos que há concursos que são ganhos com a apresentação de orçamentos baixos, e depois de as obras começadas, surgem as referidas derrapagens, com aumentos substanciais dos custos. Das duas uma: ou foi mal adjudicada, ou foi adjudicada com alguma intenção pouco clara. Os compromissos financeiros apresentados para a adjudicação da obra, de nada valem. Sabe-se á partida que o custo será superior, mas o que importa é ganhar o concurso… depois alguém há-de pagar!
Na passagem de ano, sempre brindo a que no novo ano pague mais impostos do que no ano anterior. Isto representa o cumprimento do meu dever enquanto cidadão e contribuinte, mas também mais prosperidade, pois se pago mais impostos, é porque tive mais rendimento. Este ano, pela primeira vez desde que comecei a minha carreira contributiva, não fiz este brinde. Estou cansado de ver o meu contributo a ser esbanjado, às mãos de incompetentes impunes, ou de interesses pouco claros, igualmente impunes.
Por mim, diria basta! Mas não é ignorar estas questões que trará alguma melhoria. Por isso o meu apelo, de voltarmos a colocar as bandeiras, mas desta vez na consciência, procurando o superior interesse da nação, tornarmo-nos exigentes, diria mesmo implacáveis com os responsáveis pela causa pública. Abracemos pois a causa da seriedade, da transparência processual. A bem de todos. A bem de Portugal.
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Como eu gostava de ser optimista...
Já há algum tempo que ando para escrever sobre este assunto:
Acho que vai ser hoje.
“ A envolvência política, aliada a um inverno rigoroso, de frio, chuva, neve e vendavais, são factores decisivos. È sabido que ninguém gosta. E muito menos se por uma qualquer imposição, ainda que atenuada por alguma cumplicidade. É certo que uns podem. E os outros? Não deveria ser assegurada igualdade de acesso e oportunidades? Já vem de longe a necessidade de mudança! E o sentido de urgência já se perdeu, pois nesta corrida o passo é agora lento. E os outros? Estarão preparados? As orientações de Bruxelas são bem claras. Depressa, ou devagar, com igualdades ou com desigualdades. É para já. Diria mesmo: Já está!
Decretado e publicado em Diário da República pelo Sr. Ministro dos assuntos para lamentares, aos 31 de Setembro de 2024.”
Claro que é imaginação minha!!! Aposto que os meus leitores já estavam a pensar: “ o Jaime passou-se”!!!
Não. Nada disso… estava apenas a imaginar um texto escrito por um aluno que no ano passado frequentou o 9º ano de escolaridade. E que será nosso governante em 2024. Um pintas, que escrevia umas coisas, em que o nexo era difícil de encontrar, daqueles que estão na sala de aula com boné ao lado, a mandar ”sms’s ao tlmvel k é mto mais imptte k o k o prof diz”.
Daqueles que sem qualquer esforço para isso foram passados, para satisfazer as estatísticas de Bruxelas que a defunta Milu Rodrigues quis fazer prevalecer sobre a qualidade do ensino, desvirtuando professores, achincalhando um sistema educativo democrático, para mencionar algumas qualidades… tão acarinhadas por José Sócrates.
Serão alunos destes que dentro de alguns anos terão como desafio “arrumar” este nosso Portugal, que alunos das passagens administrativas do pós 25 de Abril tão prodigiosamente estão a destruir: Vejam a justiça: os Freeprot, Faces ocultas, Casas Pias, Apitos dourados ou de outras cores, a saúde e o seu buraco orçamental, a segurança social falida, a agricultura desprovida de estratégia de fundo… E a educação, pedra basilar da construção de um futuro rectificado… está como está. 30 anos de reformas, 30 anos estagnados. E querem agora fazer-nos crer que por culpa dos professores, porque não eram avaliados…
Hipocrisia suprema! Os professores sempre foram respeitados, enquanto autoridade e referência para a formação dos seus alunos. Sempre foram veículo de passagem de cultura. Nunca foram educadores. Esse papel é dos pais… que agora também se demitem dele.
Meu pobre País. Como eu gostava de ser optimista… Passo a passo, vamos caminhando neste reino onde não há responsáveis por nada. Verdadeiros atentados contra gerações são ainda premiados, com nomeações,como a de quinta-feira passada, 8 de Janeiro, pelo primeiro-ministro José Sócrates, para a presidência do Conselho Executivo da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento... Dá vontade de dizer: Não nos lixem mais! Já chega!!! Como gostava de ser optimista, repito, mas não sei o que me espera para a reforma...
Acho que vai ser hoje.
“ A envolvência política, aliada a um inverno rigoroso, de frio, chuva, neve e vendavais, são factores decisivos. È sabido que ninguém gosta. E muito menos se por uma qualquer imposição, ainda que atenuada por alguma cumplicidade. É certo que uns podem. E os outros? Não deveria ser assegurada igualdade de acesso e oportunidades? Já vem de longe a necessidade de mudança! E o sentido de urgência já se perdeu, pois nesta corrida o passo é agora lento. E os outros? Estarão preparados? As orientações de Bruxelas são bem claras. Depressa, ou devagar, com igualdades ou com desigualdades. É para já. Diria mesmo: Já está!
Decretado e publicado em Diário da República pelo Sr. Ministro dos assuntos para lamentares, aos 31 de Setembro de 2024.”
Claro que é imaginação minha!!! Aposto que os meus leitores já estavam a pensar: “ o Jaime passou-se”!!!
Não. Nada disso… estava apenas a imaginar um texto escrito por um aluno que no ano passado frequentou o 9º ano de escolaridade. E que será nosso governante em 2024. Um pintas, que escrevia umas coisas, em que o nexo era difícil de encontrar, daqueles que estão na sala de aula com boné ao lado, a mandar ”sms’s ao tlmvel k é mto mais imptte k o k o prof diz”.
Daqueles que sem qualquer esforço para isso foram passados, para satisfazer as estatísticas de Bruxelas que a defunta Milu Rodrigues quis fazer prevalecer sobre a qualidade do ensino, desvirtuando professores, achincalhando um sistema educativo democrático, para mencionar algumas qualidades… tão acarinhadas por José Sócrates.
Serão alunos destes que dentro de alguns anos terão como desafio “arrumar” este nosso Portugal, que alunos das passagens administrativas do pós 25 de Abril tão prodigiosamente estão a destruir: Vejam a justiça: os Freeprot, Faces ocultas, Casas Pias, Apitos dourados ou de outras cores, a saúde e o seu buraco orçamental, a segurança social falida, a agricultura desprovida de estratégia de fundo… E a educação, pedra basilar da construção de um futuro rectificado… está como está. 30 anos de reformas, 30 anos estagnados. E querem agora fazer-nos crer que por culpa dos professores, porque não eram avaliados…
Hipocrisia suprema! Os professores sempre foram respeitados, enquanto autoridade e referência para a formação dos seus alunos. Sempre foram veículo de passagem de cultura. Nunca foram educadores. Esse papel é dos pais… que agora também se demitem dele.
Meu pobre País. Como eu gostava de ser optimista… Passo a passo, vamos caminhando neste reino onde não há responsáveis por nada. Verdadeiros atentados contra gerações são ainda premiados, com nomeações,como a de quinta-feira passada, 8 de Janeiro, pelo primeiro-ministro José Sócrates, para a presidência do Conselho Executivo da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento... Dá vontade de dizer: Não nos lixem mais! Já chega!!! Como gostava de ser optimista, repito, mas não sei o que me espera para a reforma...
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domingo, 15 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Águas de Março, o fim do caminho
As águas de Março anunciaram,
e hoje é chegado o fim do caminho!
Caminho que iniciei em Novembro de 1987.
Volta-se uma página, o que lá vai lá vai...
A todos os companheiros de viagem, um grande bem haja!
Ao meu mestre de sempre, minha referência, um grande bem haja!
Amanhã já está aí á porta: De pau, de pedra...
Não interessa!
Um novo caminho, um novo desfio se inicia,
Na nova oficina, a atitude será a mesma de sempre:
Os trabalhos retomam Força e Vigor!
Abracemos o futuro: O que fôr será!
e hoje é chegado o fim do caminho!
Caminho que iniciei em Novembro de 1987.
Volta-se uma página, o que lá vai lá vai...
A todos os companheiros de viagem, um grande bem haja!
Ao meu mestre de sempre, minha referência, um grande bem haja!
Amanhã já está aí á porta: De pau, de pedra...
Não interessa!
Um novo caminho, um novo desfio se inicia,
Na nova oficina, a atitude será a mesma de sempre:
Os trabalhos retomam Força e Vigor!
Abracemos o futuro: O que fôr será!
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