A Mudança acontece! Uma apresentação para nos pôr a pensar.
domingo, 15 de novembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009
Notícias dos Gatinhos! Finalmente...
Já faz algum tempo que não dou notícias dos gatinhos…
De certeza que já houve alguém que se interrogou sobre o assunto. Está na altura de o retomar, até porque as arranhadelas que tinha por garantidas, nem se concretizaram tanto como esperava… Estava-me reservada uma surpresa, que inviabiliza, ao fim ao cabo, qualquer continuidade com analogias que tinha por intenção apresentar: É que afinal os gatinhos que eu andava a procurar conquistar, são gatinhas!!! E a mãe, que as instigava a hostilizar-me, de repente virou-se também a elas!!! Agride-as, rosna-lhes, sempre que elas, as pequenitas, se aproximam para comer da taça da comida que continuo a dar-lhes, ou pura e simplesmente se passam por perto. Houve uma inversão de papéis: Ou seja, passei a ser eu agora o protector, sentem segurança para comer descansadas, enquanto estou por perto, já que a mãe não se aproxima! A Branquinha, que apesar de tudo sempre foi menos agressiva, está agora uma gatinha dócil, que entra pela casa, e se deixa apanhar enroscando-se no meu colo, ronronando descontraidamente. Talvez por isso, por dividir afectos, já levou uma arranhadela bem grande no focinho. A cicatriz ainda é visível. A amarelinha, continua mais “arisca” e insiste em não se deixar agarrar, embora já se deixe tocar, e até acariciar, ainda que sempre revelando alguma tensão e desconfiança. A cicatriz não é visível, mas é perceptível um comportamento condicionado.
Dá que pensar: Afinal, o tal instinto materno que ensinou aquelas gatinhas a fugirem de mim, agora revirou completamente, maltratando-as e passando eu a ser a sua protecção… Ora as voltas que a vida dá... será isto um sinal? Será que a irracionalidade animalesca reflectida nesta história, transposta para humanos, quando se acabar o interesse que os move, um dia os levará também a hostilizar os seus filhos? E a agredi-los perante a genuina partilha de afectos, que afinal todos precisamos? E será que os filhos, estarão suficientemente livres de preconceitos, terão maturidade afectiva e mente aberta para olhar a quem foram ensinados a odiar, como seu aliado, sua protecção, tal como acabou por fazer a gatinha Branquinha…?
Ou será que os filhos, vítimas de uma pressão continuada, alimentada por uma escola de ódio e de mentira, serão sempre incapazes de normalizar a relação com quem sempre procurou o seu afecto, tal como parece fazer a gatinha Amarelinha…?
Não sei. A vida trará as respostas. Certamente este assunto não se esgota por aqui, e pode perfeitamente servir de mote para uns quantos trabalhos de alunos de psicologia, que queiram aprofundar estes flagelos da alienação… E histórias de gatinhos há por aí muitas , e Pais alienados muitas mais ainda. Mais do que se possa imaginar, pois muitos escolhem o silêncio por companhia do seu sofrimento!
Para já deixo algumas fotos. Digamos que são documentos de prova daquilo que escrevo. Não porque tenha de o provar, mas há momentos em que fica bem apresentar prova, e ao que parece nem toda a gente se preocupa como eu…
Enfim! Vamos adiante. A minha face não está oculta!
Está encerrado o ciclo dos gatinhos! Digo, das gatinhas!
De certeza que já houve alguém que se interrogou sobre o assunto. Está na altura de o retomar, até porque as arranhadelas que tinha por garantidas, nem se concretizaram tanto como esperava… Estava-me reservada uma surpresa, que inviabiliza, ao fim ao cabo, qualquer continuidade com analogias que tinha por intenção apresentar: É que afinal os gatinhos que eu andava a procurar conquistar, são gatinhas!!! E a mãe, que as instigava a hostilizar-me, de repente virou-se também a elas!!! Agride-as, rosna-lhes, sempre que elas, as pequenitas, se aproximam para comer da taça da comida que continuo a dar-lhes, ou pura e simplesmente se passam por perto. Houve uma inversão de papéis: Ou seja, passei a ser eu agora o protector, sentem segurança para comer descansadas, enquanto estou por perto, já que a mãe não se aproxima! A Branquinha, que apesar de tudo sempre foi menos agressiva, está agora uma gatinha dócil, que entra pela casa, e se deixa apanhar enroscando-se no meu colo, ronronando descontraidamente. Talvez por isso, por dividir afectos, já levou uma arranhadela bem grande no focinho. A cicatriz ainda é visível. A amarelinha, continua mais “arisca” e insiste em não se deixar agarrar, embora já se deixe tocar, e até acariciar, ainda que sempre revelando alguma tensão e desconfiança. A cicatriz não é visível, mas é perceptível um comportamento condicionado.
Dá que pensar: Afinal, o tal instinto materno que ensinou aquelas gatinhas a fugirem de mim, agora revirou completamente, maltratando-as e passando eu a ser a sua protecção… Ora as voltas que a vida dá... será isto um sinal? Será que a irracionalidade animalesca reflectida nesta história, transposta para humanos, quando se acabar o interesse que os move, um dia os levará também a hostilizar os seus filhos? E a agredi-los perante a genuina partilha de afectos, que afinal todos precisamos? E será que os filhos, estarão suficientemente livres de preconceitos, terão maturidade afectiva e mente aberta para olhar a quem foram ensinados a odiar, como seu aliado, sua protecção, tal como acabou por fazer a gatinha Branquinha…?
Ou será que os filhos, vítimas de uma pressão continuada, alimentada por uma escola de ódio e de mentira, serão sempre incapazes de normalizar a relação com quem sempre procurou o seu afecto, tal como parece fazer a gatinha Amarelinha…?
Não sei. A vida trará as respostas. Certamente este assunto não se esgota por aqui, e pode perfeitamente servir de mote para uns quantos trabalhos de alunos de psicologia, que queiram aprofundar estes flagelos da alienação… E histórias de gatinhos há por aí muitas , e Pais alienados muitas mais ainda. Mais do que se possa imaginar, pois muitos escolhem o silêncio por companhia do seu sofrimento!
Para já deixo algumas fotos. Digamos que são documentos de prova daquilo que escrevo. Não porque tenha de o provar, mas há momentos em que fica bem apresentar prova, e ao que parece nem toda a gente se preocupa como eu…
Enfim! Vamos adiante. A minha face não está oculta!
Está encerrado o ciclo dos gatinhos! Digo, das gatinhas!
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alienação parental
domingo, 8 de novembro de 2009
Moinhos da Tia Antoninha
Mais um fim de semana usufruindo da companhia de amigos, e desta vez, com Leomil, Moimenta da Beira, na nossa rota. O Eduardo, e a Marinela foram os nossos anfitriões, nos “Moinhos da Tia Antoninha”. Com a habitual cortesia a arte de bem receber, lá nos instalamos naquele acolhedor local, onde à noite apenas o silêncio se faz ouvir, e as estrelas têm o brilho que lhes é devido. De dia, a paisagem é tão acolhedora quanto o aconchego do abraço que a Serra de Leomil deita sobre os moinhos. O verde envolvente é quebrado aqui e ali pela cor cinza do granito ou pelo branco das ovelhas que por ali pastoreiam. Por ali, apuram-se os sentidos, e o paladar celebra quando é servido o jantar, um festival de sabor local, divinalmente preparado pela Marinela! Maravilha!
Recomendo vivamente!
Mas mesmo para lá ir, e não apenas "navegar" por aqui!!!
Recomendo vivamente!
Mas mesmo para lá ir, e não apenas "navegar" por aqui!!!
Está nos meus sites recomendados!
Desta vez o objectivo foi passar o Sábado numa aventura de TT. As máquinas foram postas á prova, e logo na primeira subida, houve quem reprovasse… pois, porque para estas coisas é preciso tracção integral! Mas também é certo que de resto, e mesmo sem tracção às quatro a referida máquina lá se safou, e não se negou a nada! Unhas... dirão alguns! Mas isso é apenas um pormenor, com o qual eu não quero maçar os meus caros leitores. O meu abraço, e agradecimento ao Gonçalo e ao Ricardo, nossos “Guias locais” que nos conduziram por um dia passado entre pedras e trilhos, com vistas soberbas sobre as “Terras do Demo”. É uma das coisas boas da vida que nem a chuva ou o frio conseguem esmorecer: O calor da amizade!
Um abraço a todos os convivas!
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Relax
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Águas de Março, o fim do caminho
As águas de Março anunciaram,
e hoje é chegado o fim do caminho!
Caminho que iniciei em Novembro de 1987.
Volta-se uma página, o que lá vai lá vai...
A todos os companheiros de viagem, um grande bem haja!
Ao meu mestre de sempre, minha referência, um grande bem haja!
Amanhã já está aí á porta: De pau, de pedra...
Não interessa!
Um novo caminho, um novo desfio se inicia,
Na nova oficina, a atitude será a mesma de sempre:
Os trabalhos retomam Força e Vigor!
Abracemos o futuro: O que fôr será!
e hoje é chegado o fim do caminho!
Caminho que iniciei em Novembro de 1987.
Volta-se uma página, o que lá vai lá vai...
A todos os companheiros de viagem, um grande bem haja!
Ao meu mestre de sempre, minha referência, um grande bem haja!
Amanhã já está aí á porta: De pau, de pedra...
Não interessa!
Um novo caminho, um novo desfio se inicia,
Na nova oficina, a atitude será a mesma de sempre:
Os trabalhos retomam Força e Vigor!
Abracemos o futuro: O que fôr será!
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futuro
domingo, 1 de novembro de 2009
Nem tudo o que parece é!
E esta é para desanuviar um pouco...
E agora... o verdadeiro:

É um miminho! O meu primeiro carro, uma oferta do meu Pai. Tem tanto de real como de leal: Foi meu companheiro de viagem no inicio da minha actividade profissional. Vários motivos levaram-me a ter de trocar de carro, mas depois de doze anos por outras mãos, consegui recuperá-lo. Quem o teve neste meio tempo, não o estimou, mas também não danificou. Um pequeno recondicionamento, e aí está ele: A minha joia da coroa! Ai... se tudo fosse assim tão simples, no que toca a recuperar e reparar afectos e emoções... A vida teria mais condimento!
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